Campanha de Conscientização da Síndrome Mielodisplásica

Grupo Biotoscana promove campanha de conscientização da síndrome mielodisplásica.

Montevidéu, Uruguai, 23 de outubro de 2018. Para comemorar o Dia da Conscientização da Síndrome Mielodisplásica, celebrada do dia 25 de outubro, o GBT Grupo Biotoscana lançou uma campanha de conscientização e educação sobre a doença durante todo o mês.

A síndrome mielodisplásica, também chamada de mielodisplasia ou SMD, é um grupo de distúrbios do sangue caracterizado pela incapacidade das células tronco da medula óssea de se desenvolverem em células sanguíneas maduras e funcionais1-5. Os principais sintomas da SMD são anemias, infecções recorrentes e sangramentos. Por serem sintomas comuns, a divulgação dos sinais e sintomas da SMD é importante pois na maioria dos casos podem ser confundidos com outras doenças, sendo comum pacientes esperem anos para um correto diagnóstico3,4. A idade é o principal fator de risco para a Síndrome Mielodisplásica pois facilita a mutação no DNA que origina a doença na medula óssea. Cerca de 80% dos pacientes com SMD tem mais de 60 anos de idade e é uma doença frequente em pacientes acima de 70 anos, afetando 30 a cada 100.0003. No Brasil, há 7.600 novos casos todo ano2.

O diagnóstico precoce é importante pois aumenta significativamente a qualidade de vida do paciente, reduzindo as chances de necessidade de transfusão de sangue recorrente e em casos mais graves, como ocorrem em 30% das vezes, a evolução da doença para leucemia1. A avaliação clínica e o hemograma são alguns dos exames que levantam a suspeita acerca da SMD. Para chegar ao diagnóstico, ainda podem ser necessários mielograma e biópsia de medula óssea, dentre outros exames.

A única cura para a SMD disponível é o transplante, porém muitos pacientes não são elegíveis por conta da idade e de outras condições médicas. O GBT oferece a melhor alternativa de tratamento da síndrome mielodisplásica que ajuda a medula óssea do paciente melhorar sua função.

A campanha pode ser acompanhada pela página do Facebook /issoecoisadevelho.

1 Fenaux and Ades, Blood 2013;121:4280-86
2 Statistics Review, 1975-2011. National Cancer Institute. http://seer.cancer.gov/csr/1975_2011. Rollison DE, Howlader N, Smith MT, et al. Epidemiology of myelodysplastic syndromes and chronic myeloproliferative disorders in the United States, 2001- 2004, using data from the NAACCR and SEER programs. Blood 2008; 112:45-52.
3 Shammo JM, Foran JM, Houk A, et al. An examination of educational gaps in the diagnosis and treatment of myelodysplastic syndromes. Cancer Control. 2011; 18:65-7
4 Khan AM. Why are myelodysplastic syndromes unrecognized and underdiagnosed? A primary care perspective. Am J Med. 2012 Jul;125(7 Suppl): S15-7
5 Sekeres M. Myelodysplastic syndromes: it is all in the genes. J Clin Oncol. 2012; 30:1-3. 3. Howlader N, Noone AM, Krapcho M, et al. SEER Cancer

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